"Ser Catequista é entregar-se totalmente a Deus como instrumento de serviço na evangelização."

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011


"Quando o mundo diz, 'Desista', a esperança sussurra, 'Tente uma vez mais'." 
 Ensina-me Senhor a caminhar ... e... principalmente , ensina-me a confiar mais em Ti... Silvanety

A importância de SER

Um catequista necessita de uma espiritualidade e uma sabedoria de viver. O que está em jogo não é apenas o que ele (a) sabe, mas o tipo de pessoa que ele (a) é. Não basta aprender. É preciso, como diz nosso povo, “vestir a camisa”, isto é, o que se irradia para outros tem que fazer parte da própria personalidade, das verdadeiras opções interiores da pessoa. Se isso não acontece, aqui e ali, fatalmente, as atitudes vão acabar desmentindo as palavras; então, o testemunho “não cola”. Por exemplo: Se um catequista não tem de fato espírito ecumênico, pode falar sobre unidade e diálogo agora e desmentir tudo daqui a pouco com uma abordagem preconceituosa de outra igreja. Se a justiça social não é programa de vida assumido pela própria pessoa, ela pode falar dos pobres, mas, cedo ou tarde, vai responder a alguma pergunta com uma reflexão que apóia ou não percebe a injustiça.

Quando o DGC especifica o que se entende por catequese, ele está também indiretamente, dizendo algo sobre o tipo de formação que se espera que o catequista tenha. Por isso, a descrição das características da catequese é também uma indicação de itinerário para a formação. Ou, como diz o próprio DGC nº 35:

“A concepção que se tem de catequese condiciona profundamente a seleção e organização dos seus conteúdos (cognitivos, experienciais e comportamentais), precisa seus destinatários e define a pedagogia que se exige para alcançar seus objetivos.”

Nessa ótica, poderíamos destacar alguns enfoques do DGC, que exigem um certo tipo de pessoa como catequista. A formação para SER é mais complexa e demorada do que a instrução que leva ao SABER (embora o saber possa ajudar a ser). Ela tem a ver com o clima em que o catequista se desenvolve e alimenta a sua fé. Esse clima é o horizonte, o pano de fundo que tem que estar presente na formação.
            




Os amigos é o meio pelo qual Deus gosta de cuidar de nós!...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Partilhando formação... 


Compreendendo a fé como Dom e Compromisso

Imagine-se o desastre que seria um catequista que entende mal o significado da própria fé! Imagine-se uma fé que tornasse alguém passivo, ou assustado diante de Deus! Fé que não leva a construir na direção do Reino é fé morta. Pior seria uma fé mal colocada, transformada em fuga da nossa responsabilidade pelo mundo, conivente ou indiferente em relação à injustiça.

O cultivo da fé há de ser um ato agradecido ao dom de Deus, mas também será o empenho numa resposta a esse dom, em forma de compromisso para transformar a vida, pessoal e coletivamente, na direção do projeto de Deus.

“O conhecimento da fé, a vida litúrgica e o seguimento de Jesus são, cada um, um dom do Espírito, que se recebe na oração e, ao mesmo tempo, um compromisso de estudo, espiritual, moral e testemunhal. Ambos os aspectos devem ser cultivados” (DGC 87)

A fé assim vivida é aquela, profundamente enraizada na experiência humana, de que já falamos, e na qual o Diretório Geral da Catequese insiste bastante. O cultivo dessa fé, grata e comprometida, faz parte da formação permanente dos catequistas, e também daquilo que eles são chamados a construir nos catequizandos. Aliás, sempre se verifica essa dupla formação: o que o catequista precisa construir em si mesmo coincide com o que ele anuncia e cultiva nos catequizandos.
Fonte: Formação de Catequista para a Igreja de Hoje
            

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O SER, o SABER e o SABER FAZER não são separados; eles se interligam dando à catequese um determinado rosto. Precisam estar ligados à realidade que vivemos, respondendo aos desafios do nosso tempo com energia criativa, audácia e fidelidade. Muitas vezes reclamamos que a nossa Igreja não avança. Mas será que já fizemos acontecer todos os avanços que estão propostos nos seus textos mais oficiais? Refletir é sempre bom; pôr em prática o que se reflete pode ser muito melhor. Como dizia o sábio Albert Einstein: “O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é o dicionário”.

MOVIDOS POR UMA SEDE IMENSA DE FELICIDADE

Estou lendo um livro do Padre Luis Mosconi que se chama O evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus-Para ser discípulos e Missionários, hoje.


Todos nós somos movidos por essa busca da felicidade. E este livro nos mostra, através da palavra de Deus, um sentido novo para essa busca. Muitas vezes buscamos nos textos sagrados uma interpretação para nossos conflitos pessoais, uma receita de felicidade, e, quando não encontramos exatamente aquilo que queremos, nos frustramos com a Palavra de Deus. Se olharmos os textos sagrados com os olhos de Deus, com os mesmo sentimentos de Jesus, encontraremos tudo aquilo que buscamos. Partilho com vocês um trecho do livro. Boa leitura! Silvanety



Cresce o número de pessoas que lêem a Bíblia. É um dado positivo e promissor; ao mesmo tempo, levanta questões. Há pessoas que a lêem e interpretam ao pé da letra; outras não a ligam com a realidade de hoje ou ligam de maneira errada; outras se deixam levar pelo fanatismo. O perigo é sério e mito prejudicial.

Como superar isso? A saída é a fidelidade aos textos sagrados, e a fidelidade à vida. Antes de abrir a Bíblia é preciso primeiro saber abrir o livro da vida; é preciso saber escutar, com sinceridade, situações e anseios, dores e alegrias, esperanças e sonhos, que fazem parte da nossa vida. Vale a pena conversar um pouco mais sobre o assunto, pois é por causa disso que vamos à Bíblia.

Todos nós carregamos uma imensa sede de felicidade. Se repararmos bem, tudo o que fazemos é para alcançar felicidade, nem que seja um pedaço; ou para diminuir a infelicidade. O problema não é ser ou não feliz; todos queremos ser felizes. O problema é onde achar a felicidade. A pergunta é: O que é ser feliz? O apóstolo Paulo escreveu uma carta à comunidade de Filipos, dizendo entre outras coisas: “Alegrai-vos sempre no Senhor! Repito: Alegrai-vos!” (Fl 4,4). Escreveu a carta desde a cadeia, preso por causa do Evangelho. Como ele pôde isso estando preso? Que felicidade é essa? Conforme o Evangelho segundo Mateus, Jesus começou seu trabalho de evangelização, dizendo mais uma vez: “Felizes! Bem-aventurados!”. Chegou até o ponto de dizer: “Felizes os que são perseguidos por causa da justiça” (Mt 5,10). Como se explica?

Conforme o Evangelho segundo João, no discurso de despedida, umas das palavras que Jesus usou foi: alegre/alegria (ver Jo 16,19-24). E Jesus sabia que eram suas últimas horas, pouco antes de ser condenado à morte. Como se explica? Também hoje há inúmeras pessoas que fazem grandes sacrifícios para servir uma causa justa, e o fazem com tanta serenidade interior. Há mães que, para socorrer seus filhos doentes, fazem qualquer tipo de renúncia, com a maior serenidade e júbilo interior; como se explica?


Padre Luis Mosconi


“A formação procurará fazer amadurecer no catequista a capacidade educativa, que implica: a faculdade de ter atenção com as pessoas, a habilidade de interpretar e responder à pergunta educativa, a iniciativa para ativar processos de aprendizagem e a arte de conduzir um grupo humano para a maturidade. Como acontece em toda arte, o mais importante é que o catequista adquira seu próprio estilo de ministrar catequese, adaptando à sua personalidade os princípios gerais da pedagogia catequética.” (DGC 243)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

"Ter Fé é abrir a porta da vida para Deus entrar."




“Não fazer nada é fracassar.
Tentar e cometer alguns erros por causa das tentativas, e fazer mudanças positiva em conseqüência dos erros, é aprender, crescer e florescer!”


Deus nos mostra exatamente aquilo que muitas vezes buscamos, mas somos tão limitados que não conseguimos ver. Pra isso teríamos que ter os olhos de Deus... Silvanety
"A esperança começa na escuridão, é a expectativa teimosa de que, se você fizer  a coisa certa, o amanhecer sempre chegará.

Espere, fique atento e trabalhe: Nunca desista!"

SELINHO




Quem  me presenteou foi: http://jardimdafe.blogspot.com/

"Ai de Mim se eu não Evangelizar."

 Quero repassar este selinho para:



Acredito que muitos Blogs merecem ganhar este Selinho.
E eu não os vejo como uma corrente. Vejo como uma troca de carinho e uma forma de incentivo a todos aqueles que dedicam parte do seu precioso tempo em prol da Evangelização.

Obrigada Cristiane pelo selinho .






quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

LIVROS: uma paixão...

Recebi de presente de uma grande e querida amiga, este dois maravilhosos livros!
A tempos se ouve falar sobre Iniciação a Vida Cristã e Catequese com estilo Catecumenal. 
Já li muita coisa na internet e também muitos textos que me enviaram por e-mail. E quanto mais fui lendo, mais fui ficando inquieta. Eu sou bem do tipo "criança curiosa", que pergunta, ouve a resposta e daí lança logo mais uma pergunta em cima da resposta. Mas penso que isso é normal, uma vez que seja uma "novidade" na catequese. Pelo menos aqui em minha paróquia, vai continuar sendo uma novidade para o próximo , ou quem sabe, para os próximos anos. 
Mas agora tenho algo mais em minhas mãos. Estes dois livros.
Comece a lê-los e não queria mais parar. O estudo 97, é bom que se tenha por perto o Documento de Aparecida, pois o livro trás muitas citações do mesmo.
Provavelmente, logo após ler estes livros pelo menos umas três, quatro vezes cada,  e mais o Documento de Aparecida que já li e estou lendo de novo, e também o DNC, buscarei mais. Pois sinto uma falta enorme de uma formação sólida, consistente.





Se você já tem este tesouro em mãos: BOA LEITURA!
Eu vou fazer a minha agora... Beijos!Silvanety

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Um pensamento, uma reflexão...

Partilho com vocês um pensamento que recebi de presente da Samya.
Digo que foi um presente, porque ultimamente tenho cobrado de Deus algumas respostas (olhem a ousadia da pessoa aqui).
Não sei se minha ignorância ainda não me permitiu descobrir tais respostas ou se ainda não é o momento de receber essas respostas.
Mas uma coisa é certa: Deus tem me enviado verdadeiros ANJOS que me mostram muitas verdades.
Fazem-me refletir sobre muitas coisas. Beijos! Silvanety

“Tenha paciência com tudo o que permanece sem solução no seu coração.
Tente amar as questões, como quartos trancados e como livros escritos em um idioma desconhecido. Não procure agora pelas respostas. 
Elas não lhe podem ser dadas agora, porque você não seria capaz de viver com elas. É uma questão de experimentar tudo. No presente, você precisa viver a dúvida.
Talvez, gradualmente, sem sequer notar, você se descubra experimentando a resposta em algum dia distante.” 
Rainer Maria Rilke

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Catequese - Liturgia


Encontrei um ótimo artigo que partilho com vocês.

"Aquilo que não é celebrado não pode ser aprendido em sua profundidade e em seu significado para a vida. A catequese leva em conta essa expressão de fé pelo rito para desenvolver também uma verdadeira educação para a ritualidade e o simbolismo."


(DNC 116) 

"A liturgia é fonte inesgotável da catequese" e "lugar privilegiado da educação da fé", pois reúne e integra à centralidade do mistério pascal a vida na sua amplitude, na qual a experiência pascal é vivida no cotidiano de uma forma humano - divina. 

Há, portanto, uma sintonia entre a fé, a celebração e a vida. O mistério de Cristo anunciado na catequese, isto é,o SABER catequético, é assimilado e saboreado, através da ritualidade, do simbolismo,do ritmo que a liturgia imprime pelo seu caráter mistagógico*. Portanto, o SABER, é capaz de oferecer os elementos necessários para a compreensão daquilo que celebramos ao dar - lhe sentido e significado. Infelizmente, ainda, o SABER prevalece. Há muita preocupação com a transmissão de conteúdo e não se enfatiza a dimensão celebrativa - litúrgica que corresponde ao SABOR. 

A liturgia tem mais a ver com SABOR, quanto menos explicações e comentários, melhor, pois o canal de comunicação é a linguagem simbólica, ritual, sonora, gestual. É a experiência do mergulho da inteireza do ser no mistério celebrado. 

Ainda há muito que caminhar em vista da unidade entre catequese, como educação da fé, e liturgia, como celebração da fé: duas faces de uma mesma realidade, ambas importantes e que expressam a identidade do ser cristão, porque possibilitam a experiência com a pessoa de Jesus Cristo. Ambas, catequese e liturgia, integram os elementos essenciais da Iniciação Cristã: a experiência com a Palavra, com os sacramentos e com a comunidade,o que confere à catequese um caráter iniciático e mistagógico. O Documento de Aparecida n.12 diz que "não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande ideia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma pessoa, que dá um novo horizonte à vida e,com isso,uma orientação decisiva". Isso vem confirmar a necessidade de uma catequese mistagógica, que introduz ao mistério e com isso a exigência de catequista - mistagogo, capaz de iniciar as pessoas num itinerário de educação da fé marcado pela experiência, pela conversão e adesão a Jesus Cristo. Itinerário que tem a sua culminância com a celebração dos sacramentos, porém, como finalidade a configuração da identidade cristã, a formação de discípulos missionários.

Novos caminhos da Iniciação Cristã

Partilho com vocês um material do Padre Antonio Francisco Lelo falando sobre o Querigma.
Muitos dominam bem o assunto, mas confesso que não estou entre eles. Estou buscando. Buscando muito. Quero ler tudo sobre o que diz respeito à catequese de iniciação a vida crista, querigma, catequese mistagógica, e todos os demais termos que até bem pouco tempo ainda não havia ouvido falar, em fim, tudo que possa ajudar em minha formação como catequista.
Sabe quando ficamos obcecados por um determinado assunto?
É exatamente assim que estou. Quero saber, conhecer, entender. Leio tudo que encontro sobre o assunto. Mas o que posso perceber é que quanto mais leio, mais busco informações, mais dúvidas vão surgindo. Daí a importância de participarmos de formações.
Querido catequista, se você for convidado a participar de um encontro de formação, vá e aproveite ao máximo. Pois você estará tendo uma oportunidade que muitos gostariam de ter. Mas não se contente apenas com uma formação. Faça várias. Todas possíveis. E muita leitura. Leiam, pesquise, anotem o que tiver dúvidas e busque respostas. Se todos os catequistas fizerem isso, a catequese estará dando um grande passo na evangelização.

Aproveitem e boa leitura! Silvanety


QUERIGMA

O primeiro tempo assinalado pelo RICA, chamado pré-catecumenato, trata da acolhida do candidato que se aproxima da comunidade e precisa assimilar o impacto da experiência transformante que se dá com a descoberta da fé. Este tempo é realmente inovador.

O anúncio urgente da centralidade e da experiência da fé em Jesus Cristo, o chamado querigma, deverá percorrer ao longo de toda a catequese de forma convicta e testemunhal.

O Diretório nacional de catequese estimula muito a proclamação do querigma como o anúncio central da fé em Cristo, do Reino que começa com a sua chegada, da salvação que oferece a todo aquele que crê, do destino de vida eterna e da vivência da fé como irmãos na Igreja, antecipação e realização do Reino já neste mundo.

O Documento de Aparecida aponta o querigma não somente como o tempo de uma fase, mas como o fio condutor de um processo e só a partir dele acontece a possibilidade de uma iniciação cristã verdadeira (cf. n. 278a). O catecumenato com adultos e crismal poderão ter esta fase prévia de encontro pessoal com Cristo contando com o ministério do “introdutor. Neste tempo, introdutor e catequizando refletem uma sequência de assuntos sobre a vida de fé, a imagem de Deus, as formas de oração, as motivações de fé para empreender a catequese...

Em geral, as comunidades cristãs desconhecem esta função, este ministério de Introdutor/a. Trata-se, porém, de uma pessoa quem tem uma tarefa específica no início do processo de Iniciação à Vida Cristã, isto é, a de acompanhar, durante o tempo do Pré-catecumenato, os interessados em percorrer o caminho da Iniciação. É esta pessoa que prepara o candidato para acolher na liberdade o dom da fé, o anúncio da Boa Nova e assumir o encontro pessoal com o Senhor e as condições para a conversão e a fidelidade.  Sem um Introdutor, dedicado e competente, não é possível começar o processo de Iniciação à Vida Cristã de inspiração catecumenal. É o Introdutor quem coloca as bases para o segundo tempo, o Catecumenato propriamente dito, no qual atuam os catequistas.

A prática do querigma inaugura uma vertente de renovação da iniciação. Implica uma postura missionária da comunidade em suas diversas instâncias e ministérios; impulsiona sua capacidade de anúncio missionário da fé, de acolhida das pessoas afastadas; do testemunho atraente e compreensivo e acessível da Igreja diante dos questionamentos da sociedade. A Igreja é convidada a responder não somente com doutrina, mas sim, com uma prática mais evangélica e encarnada nos vários desafios enfrentados por aquele que quer ser cristão hoje.

ITINERÁRIO DE FÉ

Estou estudando uma apostila sobre Liturgia e Catequese da Arquidiocese de Londrina. É um material muito e rico e aos poucos irei partilhando aqui neste espaço. Tenho certeza que vai ser muito útil à vocês assim como está sendo pra mim. Beijoss! Silvanety.

O processa de iniciação cristã tem a finalidade de produzir a nova identidade ou a configuração do catequizando em Cristo, já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim Gal 2,20. A iniciação cristã coloca-se como um caminho a ser percorrido quando essa identidade vai sendo alcançada paulatinamente. Se na pastoral paroquial cada sacramento (batismo de crianças, confirmação, eucaristia) for considerado isoladamente a consecução desse objetivo permanecerá cada vez mais distante.
Retomar, pastoralmente o conceito de iniciação nos devolve a consciência da unidade que há entre os processos que envolvem: adultos não batizados, adultos batizados e não evangelizados, adultos que levam suas crianças para ser batizadas, crisma de jovens e primeira comunhão de pré-adolescentes. Afinal, a vida do cristão é una no seguimento e configuração em Cristo. Todas essas etapas conjuntamente, e não cada uma isoladamente, que produzem a identidade do cristão, como ser incorporado em Cristo, templo do Espírito e com a missão de lutar pelo reino no mundo.
Essa conversão de mentalidade não se confunde com o modelo pastoral de conversão preocupado em celebrar os sacramentos às pressas. O RICA, herdeiro da reflexão do Concílio, segundo Ad gentes, nº 14, assume a iniciação como um itinerário de fé que começa no catecumenato e culmina na participação do mistério da fé celebrado nos sacramentos da vigília pascal.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Oração da Campanha da Fraternidade 2011
Senhor Deus, nosso Pai e Criador.
A beleza do universo revela a vossa grandeza,
A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,
E o eterno amor que tender por todos nós.
Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,
E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.
A beleza está sendo mudada em devastação,
E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.
Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.
E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,
Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,
Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,
O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.
Amém.
Fonte: Divulgação Site da CNBB

Campanha da Fraternidade 2011


Tema: “Fraternidade e a vida no planeta”
Lema: “A criação geme como em dores de parto” (Rm 8,22)
“A Campanha da Fraternidade de 2011, reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, no problema das mudanças climáticas. Ela se coloca em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais, em todo o mundo, de respeito pelo meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca, não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos”, disse dom Dimas.
Questionado se a escolha do lema “A criação geme como em dores de parto” foi feita em virtude das discussões acerca do aborto que ocorre neste período eleitoral, o presidente da CNBB disse que não e explicou o processo de definição dos temas da Campanha da Fraternidade.
“Essa escolha (do tema da CF-2011) não se fez agora, no contexto das discussões do momento atual. A escolha do tema de 2012, inclusive, já foi definida. Esse processo acontece com dois anos de antecedência”, disse. “O tema Fraternidade e vida no planeta inclui a questão do aborto, mas não se esgota nisso”, acrescentou o arcebispo.
O secretário Executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, presenteou os jornalistas com um texto-base da Campanha, documento que aprofundada o tema proposto. “O objetivo da campanha é de contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participarem dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”, declarou o padre.
A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011, e se estende por toda a Quaresma. A partir deste mês de outubro, as lideranças das comunidades eclesiais estudam os materiais da CF preparando-se para a realização da Campanha na Quaresma.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

As pequenas coisas

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Valorize as pequenas coisas que acontecem no seu dia-a-dia.
A vida é feita desses pequenos momentos: uma pequena flor que desabrocha no jardim, uma borboleta na janela, uma criança sorrindo, um abraço amigo,um bom dia acompanhado de um sorriso sincero, um bate papo espontâneo...
A catequese também é feita desses pequenos momentos que se tornam grandes quando bem acolhido.(Silvanety)

“São pequenos gestos que concretiza grandes sentimentos”
“Às  vezes um texto muito interessante passa despercebido porque não sabemos ler. Saber ler não é simplesmente ser alfabetizado. Saber ler, é poder, junto, pensar com o autor, compreendê-lo e criticá-lo.”

Leila Maria Barbosa e Wilma Mangabeira, em “A incrível história dos homens e suas relações”