"Ser Catequista é entregar-se totalmente a Deus como instrumento de serviço na evangelização."

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Maria, Mãe confiante.
Vosso Filho é nossa segurança.

Maria, Mãe Imaculada.
Vosso Filho é nossa salvação.

Maria, Mãe terna.
Vosso filho é nossa paz.



Inicio de ano.
Muitas esperanças, muitos desejos.
Um desejo em comum: A PAZ.
Dia após dias, milhares de famílias vão vendo essa PAZ se distanciar de seus lares, de suas vidas.
Hoje, a pouco mais de um mês para o início de um Novo Ano, o que podemos ver no Rio de Janeiro é uma verdadeira guerra, e aquela Paz que tanto almejamos, se desvencilhando em meio a tanques da marinha, muitas armas, muitos tiros e muitas mortes, inclusive de pessoas inocentes.
Para muitas famílias, este ano vai acabar de forma trágica. E somente, com muita fé em Deus, terão forças paras continuarem suas vidas no Novo Ano que se aproxima e continuarem pedindo, desejando a PAZ.
Esta música que postei acima é uma das mais tocadas na virada do ano, e o que posso ver, é que mais do que nunca, a verdadeira PAZ é aquela que brota em nossos corações.  Somente com essa PAZ conseguiremos nos dar as mãos, e, juntos, deixarmos nossas marcas por onde passarmos.
Não desistamos de lutar!
Vamos reconstruir sonhos perdidos ao longo do ano!
Sozinhos nada somos, mas juntos somos mais, muito mais.




TU ESTÁS AQUI 

Jesus a Romero e Marcela Gandara

Ainda que meus olhos não te vejam
Posso Te sentir
Sei que estás aqui
Ainda que as minhas mãos não podem tocar
Teu rosto, Senhor
Sei que estás aqui... ooh!

Meu coração pode sentir Tua presença
Estás aqui, estás aqui
Posso sentir Tua grandeza
Estás aqui, estás aqui

Meu coração pode olhar Tua beleza
Estás aqui, estás aqui
Posso sentir Teu grande amor
Estás aqui, estás aqui.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

"As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam."

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Amor-próprio e o Amor de Deus

Eu gostaria de ter alguma profundidade e conhecimento para lhes falar sobre essa busca, sobre essa sede que nos  devora, que nos faz procurar uma casa, um repouso, um lugar de delícias...onde moras, Senhor? Vinde e vede... Até a raposa tem sua toca, mas o Filho do Homem não tem onde repousar sua cabeça. Divina Cabeça, cansada e ferida, coroada de espinhos, fez-se o repouso dos homens.

Mas não é bem assim que acontece. Vamos em busca do repouso e achamos que o encontramos nas delícias do mundo e nas descobertas da razão. Nas consolações dos homens, no prazer que sentimos de estarmos na companhia dos nossos irmãos. Até a Escritura, falando profeticamente da Encarnação, nos diz que a Sabedoria Encarnada encontra suas delícias em estar com os filhos dos homens.

Na verdade, quando Nosso Senhor sente estas delícias, é porque sabe que seu Sangue não será derramado totalmente em vão, que alguns dos seus filhos o receberão e se tornarão Filhos de Deus. Mas, e nós? Vislumbramos o caminho, sabemos que Ele é a nossa Salvação, mas nos inclinamos com tanta precipitação sobre nós mesmos. O amor-próprio é a nossa perdição. Centralizamos nossas vidas em torno de nós mesmos,  e passamos a tomar como critério dos nossos atos o que nos agrada ou o que pode nos gerar algum lucro. Dois amores construíram duas cidades: o amor de si, levado até o desprezo de Deus, a cidade terrena; o amor a Deus, levado até o desprezo de si, a cidade celeste.

Ficamos no átrio. Somos de fora, estrangeiros. Estamos ali, comendo sobra de comida porque não queremos a adoção de filhos, mediante a qual clamamos: Abba, Pai. Somos eternamente filhos revoltosos que abandonamos a casa paterna e buscamos as alegrias do mundo. E temos vergonha de dizer a todos: sou filho, esta casa de ouro me pertence, sou herdeiro de Deus e co-herdeiro de Cristo.

Não, não posso ficar mendigando sobras de comida, se o banquete foi preparado para mim. Voltarei à  casa de meu Pai, e lhe direi: Pai, pequei contra os céus e contra Ti.

Eu sei que acontece de nós nos  inclinarmos assim ao perdão de Deus. De nós considerarmos com alguma Esperança, o rude combate que nos aguarda, todos os dias, ao levantarmos. Mas depois vem a realidade: a pior de todas, que é o convívio com as pessoas que nos empurram para o mal, para o pecado. A cidade está lá fora, como um dragão vomitando fogo e enxofre. E nós temos por obrigação ir até dentro da fétida boca do dragão, trabalhar, tomar uma condução. Bom dia, bom dia, viram o Fantástico, viram o Faustão? Venham, todos, o circo começou! E tem o palhaço e tem o leão, e os malabaristas que te deixarão sem respiração...  É nosso mundo, é nossa vida. Um circo, onde nós somos os malabaristas a inventar contorções, onde nós somos os palhaços a divertir a platéia, em busca do aplauso sedutor. Mas quando saímos dele, quando nos voltamos para dentro de nós mesmos, ressoa um eco ensurdecedor.  E nós queremos fugir, mas para onde quer que nos voltemos, ele está lá, a repetir, a gargalhar, a nos dizer: não se preocupem, amanhã tem mais.

O que falta, na nossa história,  o que falta na nossa vida? Como José Maria de Lições de Abismo, ouvindo o personagem sinistro repetir para ele, numa espécie de sonho, toda sua vida, mas falsificada. E ele, desesperado, sem conseguir fazer seu interlocutor compreender que aquilo tudo soava falso, vê, pela boca do vulcão onde se encontravam, a estrela brilhando no céu. E descobre o enigma do mistério, a chave da sua vida. "Já sei o que falta na sua história. É o am..." E quando o sinistro ser o tenta impedir de gritar, ele consegue se desvencilhar e grita por Aldebarã: Amor! Amor! Amor!

"Cai então a estrela do céu, e um fogo enorme, uma clara vermelhidão, iluminou a gruta. Ah! agora eu via nos rostos, nos braços, nas  pernas, que voavam no ar como folhas dançando nas chamas, o que me faltava naquele sepulcro. Via a dor, a dor viva, a dor viva do amor. O vulcão entrara em atividade." (Lições  de Abismo, cap. 12)

Dois amores construíram duas cidades.
Se não for para construir a cidade de Deus, a cidade do amor, sua Igreja Santa e Imaculada, sua Missa, que é a maior dádiva que Ele podia nos dar, então não vale a pena, não nos aproveita de nada. Nem o grande saber metafísico, nem a genialidade técnica, nem os astros do céu, nem a salvação dos  planetas ou das tartarugas, muito menos alguns momentos de prazer fugitivo.

De joelhos, de joelhos, prostrados diante da Majestade divina. Venite, adoremus.
Contemplemos,  a presença de Jesus em nossas vidas. Ela não é fictícia. Pelo Batismo nós nos  tornamos templo da Santíssima Trindade. Não façamos de nossas vidas um terremoto constante que derruba o templo e destrói o Deus que vive em nós.
Silêncio, silêncio, que a criancinha dorme. Não façamos de nossas vidas ruídos e agitações, pois podemos despertar o Menino, e ele fugirá chorando, porque preferimos a companhia dos homens à companhia inefável do Filho de Deus.
Fonte: Dom Lourenço Fleichman OSB 

domingo, 21 de novembro de 2010

Os 30 'quês' de uma pessoa madura na fé

Estamos num mundo completamente pluralista

Estamos num mundo completamente pluralista, por isso precisamos nos tornar verdadeiros especialistas em matéria de fé e conversão. Se não for dessa forma, os cristãos “mais ou menos” não vão resistir; daí a necessidade de um amadurecimento real e concreto na fé.
O Projeto Nacional de Evangelização (2004 – 2007) diz que é preciso ter e levar os outros ao encontro pessoal com Jesus, pois só assim vamos nos tornando maduros na fé, que nada mais é do que sermos crianças nas mãos de Deus. Livres da maturidade somente humana que questiona tudo vamos a caminho de sermos verdadeiros cristãos com coluna vertebral.
Textos-base para um aprofundamento e um exame de consciência a respeito da nossa fé: 1 Cor 3, 1-9; Heb 5, 12-14; Ef 4, 11-15.

A pessoa que tem uma fé vivida de forma madura com Deus é uma pessoa:
01 – Que escolhe inteiramente por Deus.
02 – Que sabe discernir a Vontade de Deus.
03 – Que faz a Vontade de Deus até o fim.
04 – Que vive o Evangelho sem questionamentos.
05 – Que é livre em Deus.
06 – Que sabe obedecer.
07 – Que sabe reconhecer os sinais do tempo.
08 – Que vive uma individualidade e não um individualismo.
09 – Que é capaz de viver a alteridade.
10 – Que vive uma fé com obras.
A pessoa que tem uma fé vivida de forma madura com o próximo é uma pessoa:
01 – Que pergunta, sem duvidar do próximo.
02 – Que vive a fé com o próximo.
03 – Que consegue se adaptar com o diferente.
04 – Que se alegra com o crescimento do próximo.
05 – Que reconhece o outro por também ser um filho de Deus.
06 – Que sabe o seu papel na sociedade.
07 – Que contagia o próximo com a santidade.
08 – Que tem como única competição amar mais o próximo.
09 – Que ama com caridade.
10 – Que é original na fé e na opinião.
A pessoa que tem uma fé vivida de forma madura consigo é uma pessoa:
01 – Que tem autonomia na fé.
02 – Que é perseverante, mesmo no sofrimento.
03 – Que se engaja e se compromete.
04 – Que é especialista no que faz.
05 – Que é como para-raios na intercessão.
06 – Que conhece a própria verdade.
07 – Que assume as experiências vividas.
08 – Que sabe receber elogios e também as críticas.
09 – Que sabe falar, mas também escutar.
10 – Que se deixa trabalhar no temperamento pelo Espírito de Deus.
Padre Anderson Marçal
http://blog.cancaonova.com/padreanderson

CNBB lança concurso para letra do hino da CF-2012

 

Foi lançado nesta sexta-feira, 19, o concurso para a letra do hino da Campanha da Fraternidade 2012 (Veja aqui o Edital). O concurso é organizado pela CNBB, através do Setor Música Litúrgica, da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia.
O hino será escolhido em duas etapas. Na primeira, será feita a escolha da letra. As composições deverão ser entregues até dia 1º de fevereiro de 2011.
Na segunda etapa, será feito o concurso para a música. Depois de abertas, as inscrições para a música vão até maio de 2011.
“Solicitamos a colaboração de todos os poetas para a criação de um texto belo e profundo que possa servir de hino para a Campanha da Fraternidade de 2012”, disse o assessor da CNBB para a Música Litúrgica, padre José Carlos Sala.
A Campanha da Fraternidade 2012 tem como tema: “Fraternidade e saúde pública”, e lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra!” (Cf. Eclo, 38,8). Terá como objetivo geral: “Promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área, para contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do SUS, em vista da melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população”.


Fonte:http://cnbb.org.br/

Campanha para Evangelização começa no domingo

ce2010_cartaz

“Em Cristo somos novas criaturas”. Este é o lema da Campanha para a Evangelização (CE) que começa no próximo domingo, 21, em todas as dioceses do Brasil. Aprovada pela 35ª Assembleia Geral da CNBB em 1997, a Campanha tem como objetivo arrecadar fundos para a sustentação do trabalho de evangelização da Igreja no Brasil.


A CE é realizada durante o advento e termina no dia 12 de dezembro. Nas celebrações deste dia é feita uma coleta em todas as paróquias e comunidades eclesiais.
“A Campanha para a evangelização, além de estar em perfeita harmonia com o espírito do tempo do Advento, também tem a finalidade de angariar fundos que garantam a continuidade da obra evangelizadora em nosso país”, explica o presidente da Comissão da CNBB responsável pela Campanha, dom Raymundo Damasceno Assis.
“Com o resultado da coleta nacional para a evangelização, não só realizamos a manutenção da CNBB nacional e regional e a realização de seus trabalhos, como também financiamos projetos evangelizadores em todo o território nacional”, acrescenta dom Damasceno.
Com o tema “Encarnação e nova criação”, a Campanha deste ano traz como uma das novidades um texto-base que aprofunda o lema “Em Cristo somos nova criatura”. O texto dá, também, orientações para a organização e animação da Campanha nas dioceses e paróquias.
Segundo o texto-base, ao propor este tema e lema, que estão em sintonia com a Campanha da Fraternidade do próximo ano, a Campanha visa “despertar nos fiéis a relação entre fé e vida, através da conscientização sobre a responsabilidade diante da vida no planeta como elemento essencial para a realização do trabalho evangelizador a fim de que, pela palavra, pela ação e pela doação pessoal e material, todos contribuam de maneira mais efetiva para a ação evangelizadora da Igreja”.

Doações pelo serviço 0500

Pela primeira vez, a Campanha para a Evangelização vai receber doações também por telefone. A CNBB contratou um serviço 0500, que receberá doações a partir de domingo, 21, até o dia 12 de dezembro. Os doadores poderão ofertar 5, 10 ou 15 reais discando, discando, respectivamente, os números 0500-2512-005; 0500-2512-010 ou 0500-2512-015.
Outra opção será através de boleto bancário emitido via internet. Na página eletrônica da CNBB foi criado o link http://www.cnbb.org.br/evangelizar/ para este serviço, cujo acesso só poderá ser feito a partir do próximo domingo. Há, ainda, a opção de fazer depósito diretamente no banco, na conta 9-0, da Agência 2220, Operação 003, da Caixa Econômica Federal, em nome da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
A coleta da Campanha para a Evangelização é distribuída da seguinte maneira: 45% ficam na própria diocese; 20% vão para o Regional da CNBB e 35% se destinam à CNBB.

sábado, 20 de novembro de 2010

Festa de Cristo Rei: Dia do Leigo


No domingo 24 de novembro a Igreja do Brasil celebra, juntamente com a festa de
Cristo Rei, o Dia do Leigo. Assim se fecha o ciclo do ano litúrgico e toda a comunidade é chamada a refletir - antes de começado o tempo do Advento e a preparação para o Natal – sobre a identidade e missão desses homens e mulheres – os cristãos leigos - que formam a imensa maioria do Povo de Deus e são a esperança da Igreja.
O documento de conclusões da Conferência de Santo Domingo, de 1992, assinado por todos os bispos da América Latina e do Caribe faz uma afirmação central que demarca o futuro não só dos cristãos leigos, mas também da Igreja à qual os mesmos pertencem.
Afirma claramente no seu n. 97 que: "As urgências do momento presente na América Latina e no Caribe reclamam: que todos os leigos sejam protagonistas da nova evangelização, da promoção humana e da cultura cristã."
Mais adiante, é ainda o mesmo documento de conclusões que proclama ao definir os leigos como linha pastoral prioritária: “... uma linha prioritária de nossa pastoral, fruto desta IV Conferência, há de ser a de uma Igreja na qual os fiéis cristãos leigos sejam protagonistas.” O compromisso que toda a Igreja da América Latina toma no sentido de uma nova evangelização no entender do documento,só poderá ser levado a bom termo com a formação de um laicato bem estruturado com uma formação permanente,maduro e comprometido . A nova evangelização, segundo os bispos reunidos em Santo Domingo, só poderá ser levada efetiva e seriamente a cabo "se os leigos, conscientes de seu batismo, responderem ao chamado de Cristo a que se convertam em protagonistas da nova evangelização".
Parece claro, portanto que a Igreja da América Latina não deseja mais centrar suas forças formadoras e pastorais apenas ou mesmo principalmente sobre o clero e os religiosos, mas, pelo contrário, tenciona investir com entusiasmo e força na formação deste laicato, que constitui a grande maioria de seus membros. E para que isso aconteça está disposta a colocar os meios, assumindo-os como linha pastoral prioritária, confiando-lhes ministérios e serviços dentro do corpo eclesial e promovendo-os constantemente.
Além disso, está disposta a reconhecer as lacunas e falhas que possam ter havido na formação destes mesmos leigos ao longo dos tempos. Fala-se claramente no documento em
"leigos nem sempre adequadamente acompanhados pelos Pastores”,"deficiente formação", etc. Ao mesmo tempo se afirma que "os fiéis leigos comprometidos manifestam uma sentida necessidade de formação e de espiritualidade"; " os pastores procurarão os meios adequados que favoreçam aos leigos uma autêntica experiência de Deus" . Coloca-se como linha pastoral principal "incentivar uma formação integral, gradual e permanente dos leigos".
Todas estas constatações não se originam, no entanto, do oportunismo de uma instituição que se assusta com a queda de nível da formação de seus quadros nem com a possível diminuição quantitativa de seus efetivos. Originam-se, sim, ao invés, de uma constatação de base que não provém da lógica humana, mas é apenas assimilada por revelação do próprio Deus: a de que todo o povo de Deus recebe do Senhor mesmo o chamado à santidade. Afirmada enfaticamente não só pela Sagrada Escritura, como também, mais recentemente, pelo Concílio Vaticano II, especialmente na Constituição
Lumen Gentium, essa constatação permite ver e conceber a Igreja, na sua totalidade, segundo aquilo que é comum a todos os fiéis. A intenção do Concílio é, aí, "mostrar o que é comum a todos os membros do povo de Deus, antes de qualquer distinção de ofício e de estado particular, considerado o plano da dignidade da existência cristã."
Mais ainda. Toda esta eclesiologia nova e total inaugura uma diferente convicção profunda: a de que este chamado maior e primordial a todo um povo é inseparável da possibilidade de assumir e fazer acontecer o desafio eclesial imenso de uma nova evangelização e que nele estão incluídos também os fiéis leigos. Em relação a estes, os pastores se sentem responsáveis, no sentido de ajudá-los a desenvolver sua vida de fé até o desabrochar pleno de uma autêntica santidade cristã.
A formação do laicato, portanto, tem sido uma preocupação constante da Igreja do continente e mesmo do mundo inteiro, no sentido de poder oferecer ao mundo, cristãos leigos adequadamente preparados para responder aos desafios da sociedade e do momento atual.
Neste sentido, são numerosos os Centros de formação que começam a crescer, se  desenvolver e espalhar-se pelo país e pelo continente, colocando à disposição dos leigos possibilidade de retiros espirituais e outras experiências de crescimento na fé e na vida do
Espírito; cursos de teologia onde possam aprender mais profundamente as verdades de sua fé; cursos de formação política, onde possam unir e fecundar mutuamente fé e cidadania, espiritualidade e política, aprendendo e refletindo juntos sobre a maneira transformadora de agir sobre a realidade.
Assim, a Igreja vai poder adquirir sempre mais o rosto plural e rico que desde os primórdios do Cristianismo vem constituindo o sonho de Jesus Cristo. Na festa de Cristo
Rei o leigo é chamado uma vez mais a assumir uma identidade que é a sua: uma identidade crística. E isto vai significar, cada vez mais, recriar hoje e sempre a história de Jesus de Nazaré, de forma inovadora e adequada à personalidade de cada um, à cultura e aos tempos.
 Sendo, portanto, um batizado, o leigo não é nem nunca foi nem será cidadão de segunda categoria na Igreja, consumidor apenas dos bens espirituais e eclesiais. Mas cidadão pleno, participante ativo, depositário de um ministério que o faz atuar com e como
Cristo.
Neste Domingo de Cristo Rei, quando a Igreja do Brasil celebra o Dia do Leigo, todos os batizados são chamados a renovar seu compromisso batismal. Assim estarão proclamando que Jesus Cristo é o Rei do Universo e se dispondo a recriar suas atitudes e seus gestos, amando com um coração semelhante ao seu.
                                                                                                  

Fonte:  Maria Clara Lucchetti Bingemer

Catequizar é fazer da vida um exemplo de Evangelização!!!


Desde que me ausentei da catequese, tenho tido muitas dificuldades para atualizar o blog.
Talvez pelo fato de que o criei com a intenção de publicar aqui o meu dia-a-dia na catequese. 
Tenho me acomodado muito com os assuntos relacionados a catequese.
 Estou sentindo falta, muita falta. Mas por outro lado, o fato de estar ausente me fez ver o quanto preciso pensar mais antes de agir.
Quantas brigas, discussões desnecessárias! 
O Projeto de Jesus é grandioso demais para se resumir em meras palavras.
É preciso agir.
É preciso mudar os famosos Pré-conceitos. 
É preciso ir além. Muito além.
É preciso fazer de nossas vidas um exemplo de Evangelização.
Por isso, acredito que esse tempo com a catequese, ao mesmo tempo que me faz muita falta, também me faz sentir saudades com desejo mudanças.

Sou Discípula Missionária de Jesus. 
Estou aqui por Ele e para Ele.
E com Ele tentarei ser um ser humano melhor.

CULTIVANDO AMIZADES

Na prática, algumas pessoas têm facilidade em estabelecer contatos, enquanto outras são tímidas.
As relações com as pessoas são de troca de bens e serviços, mas também de informações, idéias, sentimentos, cumplicidade, experiências, confiança...
A conquista afetiva de um contato se dá no cultivo do relacionamento.
Desde a aproximação até o desenvolvimento, é importante ser o mais natural possível.
Ninguém conhece alguém hoje e amanhã diz que é seu melhor amigo ou melhor amiga.
O sentimento da amizade, é conquista diária. É confiança sendo adquirida aos poucos.
Quando se conquista, é importante cultivar, ouvir, falar, ser cúmplice nas alegrias mas também nas horas difíceis.
OS conflitos também acontecem. Mas com a amizade construiremos tudo novamente,
cada vez de forma diferente sendo inesquecível cada momento.
Infelizmente o que vemos acontecer nem sempre é o que desejamos.
Podemos dizer que existem diversos tipos de grupos: grupo de trabalho, de mutirão, de pessoas, de organizações e até de "Anjos".
Mas  independente do grupo que você participa, seja coerente.
Faça de suas palavras aquilo que você faz.
Respeite as limitações daqueles que estão próximo de você e daqueles que estão distantes também.
Faça de seus relacionamentos algo duradouro. Plante, cultive e verás os frutos, caso contrário, não se lamente.
Será apenas mais uma amizade, mais um relacionamento a ser lembrado por alguém.
(Silvanety)


 " Há pessoas que nos falam e nem as escutamos; há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam. Mas há pessoas que, simplesmente, aparecem em nossa vida e que marcam para sempre." (Cecília Meireles)

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Amiga, olha como elas eram... Foi como essa aqui ... Mas a cada pétala eu depositei uma quantidade enorme de carinho por ti.

Beijossss

ANO LITÚRGICO

Estamos chegando ao final do Ano Litúrgico! Com o Domingo de Cristo Rei, no 34º domingo do Tempo Comum estaremos iniciando a última semana do calendário eclesiástico. Quanto melhor participamos da liturgia mais aprofundamos a nossa vida de fé.
No decorrer do ano, a Santa Igreja comemora em dias determinados a obra salvífica de Cristo. A cada semana, no dia chamado domingo (dia do Senhor), ela recorda a Ressurreição do Senhor, que celebra também, uma vez por ano, com a bem-aventurada paixão na solenidade máxima da Páscoa. Durante o ciclo anual desenvolve-se todo mistério de Cristo e, a partir dele, comemora-se as festas da Igreja e demais festas dos santos. Contudo, não devemos ver o ciclo anual da liturgia como um círculo onde os fatos tornam a acontecer a cada ano, se repetem continuamente, mas como uma espiral onde os fatos são únicos e irrepetíveis e que sempre e cada vez mais nos conduzem, a cada momento com mais clareza, para a compreensão do Mistério de Cristo.
Também os judeus tinham as festa durante o ano que, na experiência anual do tempo, celebravam os benefícios de Deus em favor do povo escolhido, sobretudo sua libertação do Egito, a marcha pelo deserto e a Aliança do Sinai. Assim também a consciência cristã foi assumindo as festas principais da nossa fé, as ações salvíficas de Cristo, e distribuindo-as durante um ano. Durante o tempo litúrgico o centro é o Mistério Pascal, que ilumina todos os demais momentos do ano.  Nos vários tempos do ano litúrgico, a Igreja vive os mistérios da fé à luz da Palavra de Deus e participando dos sacramentos que nos santificam.
O Concílio Vaticano II recorda que a santa mãe Igreja considera seu dever celebrar, em determinados dias do ano, a memória sagrada da obra de salvação do seu divino Esposo. Em cada semana, no dia a que chamou domingo, celebra a da Ressurreição do Senhor, como a celebra também uma vez no ano, na Páscoa, a maior das solenidades, unida à memória da sua Paixão. Distribui todo o mistério de Cristo pelo correr do ano, da Encarnação e Nascimento à Ascensão, ao Pentecostes, à expectativa da feliz esperança e da vinda do Senhor. Com esta recordação dos mistérios da Redenção, a Igreja oferece aos fiéis as riquezas das obras e merecimentos do seu Senhor, a ponto de torná-los como que presentes a todo o tempo, para que os fiéis, em contacto com eles, se encham de graça (cf. SC 102).
Além disso, no ano litúrgico se celebram as festas da Bem Aventurada Virgem Maria, dos Mártires e dos Santos: “Na celebração deste ciclo anual dos mistérios de Cristo, a santa Igreja venera com especial amor, porque indissoluvelmente unida à obra de salvação do seu Filho, a Bem Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, em quem vê e exalta o mais excelso fruto da Redenção; em quem contempla, qual imagem puríssima, o que ela, toda ela, com alegria deseja e espera ser.
A Igreja inseriu também no ciclo anual a memória dos Mártires e outros Santos, os quais, tendo pela graça multiforme de Deus atingido a perfeição e alcançado a salvação eterna, cantam hoje a Deus no céu o louvor perfeito e intercedem por nós. Ao celebrar o “dies natalis”, ou verdadeiro dia do nascimento, (dia da morte) dos Santos, proclama o mistério pascal realizado na paixão e glorificação deles com Cristo, e propõe aos fiéis os seus exemplos, que conduzem os homens ao Pai por Cristo, e implora pelos seus méritos as bênçãos de Deus (cfr. SC 103-104).
O Ano Litúrgico contém as datas dos acontecimentos da História da Salvação. Não coincide com o ano civil, que começa no dia primeiro de janeiro e termina no dia 31 de dezembro. Ele começa e termina quatro semanas antes do Natal. Tem como centro a Páscoa, que é marcada conforme o calendário lunar. Compõe-se de dois grandes ciclos: o Natal e a Páscoa, além do Tempo Comum. São como dois pólos em torno dos quais gira todo o Ano Litúrgico.
O Natal tem um tempo de preparação, que é o Advento; e a Páscoa tem também um tempo de preparação, que é a Quaresma. Ao lado do Natal e da Páscoa está um período longo, de 34 semanas, chamado Tempo Comum. O Ano Litúrgico começa com o Primeiro Domingo do Advento e termina com o último sábado do Tempo Comum, que é na véspera do Primeiro Domingo do Advento.
No final de um Ano litúrgico e no início doutro, somos convidados a tomar a mais profunda consciência do papel que a Liturgia tem na vida da Igreja. Ela assinala o seu caminho no tempo, alimentando incessantemente a sua fé, a esperança e o amor. O ano litúrgico é delineado com amplo respiro teológico e espiritual o culto público da Igreja, distinguindo entre o que nele há de imutável e o que, ao contrário, está sujeito a evoluções e modificações.
Confiamos à Bem Aventurada Virgem Maria, em ação de graças e reconhecidos, o Ano litúrgico que se encerra e o próximo já às portas. O seu exemplo nos ajude a viver os dias, as semanas e os anos que passam abertos e dóceis à ação da graça divina, para sermos no final partícipes da eterna Liturgia do Céu, aonde não haverá nem doença, nem dor e nenhuma manifestação de morte, mas a festa permanente da liturgia divina da vida eterna.
Dom Orani João Tempesta

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

JESUS
Rosto humano de Deus,
rosto humano do homem.


Exiba Jesus-3.jpg na apresentação de slides
"Jesus Cristo, é a boa nova da salvação comunicada aos homens de ontem, de hoje e de sempre; mas, ao mesmo tempo, ele é também o primeiro e supremo evangelizador.

A Igreja deve colocar o centro de sua atenção pastoral em Cristo. Por isso a Igreja na América deve falar cada vez mais de Jesus Cristo, rosto humano de Deus e rosto divino do homem. É esse anúncio que verdadeiramente mexe com os homens, que desperta e transforma os ânimos, ou seja, que converte."

Cf. João Paulo II, Ecclesia in America, nº 67




quarta-feira, 17 de novembro de 2010

"Um amigo é aquele que chega quando todo o mundo já se foi".