"Ser Catequista é entregar-se totalmente a Deus como instrumento de serviço na evangelização."

sábado, 4 de setembro de 2010




Senhor, ensina-me a rezar!
Dê me a palavra certa, na hora certa e principalmente pra pessoa certa.
Sou tão cheia de limites e imperfeições... mas também busco a Santidade.
Se existe um diamante dentro de mim, sei que um dia aparecerá, virá a tona. Enquanto isso, ensina-me, Senhor, a aceitar com paciência as pancadas necessárias.
Sou tão pequena. Sou um nada.
Mas meu coração transborda de Amor por Ti.


Senhor, necessito tanto de sua sabedoria...

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ouvir Primavera na belíssima voz de Tim Maia e admirar essas belas imagens, faz o coração bater alegremente!
Vamos curtir juntos...




Boa tarde com gostinho e cheirinho de Primavera a você que carinhosamente visita o meu blog!
Beijinhos

Setembro - Mês da Bíblia Sagrada



Nela, vamos encontrar os desejos e as intenções de Deus para conosco
"Não só de pão vive o homem, mas de toda Palavra que procede da boca de Deus" (Mateus 4,4).

A "Bíblia é o Livro dos livros. É a obra mais conhecida em todo o planeta. Também conta com o maior número de traduções dentre todas as obras existentes e está presente no maior número de nações. No entanto, nem sempre nos relacionamos com ela do jeito mais ideal. Estamos no início do mês de setembro, o conhecido e celebrado Mês da Bíblia. É mais uma oportunidade para examinarmos nossa vida e vermos qual é o valor que estamos dando a este livro tão especial e tão importante para todos os que seguem a Jesus, como Caminho, Verdade e Vida.

Bíblia: Testamento de amor!
Este livro é um verdadeiro testamento. E o que é um testamento? É uma carta na qual se colocam as coisas mais íntimas, mais sinceras e mais profundas. É onde se fala com o coração e são relatados os "últimos" desejos de alguém. É onde o pai "divide" os bens entre os filhos e amigos. É o meio pelo qual nós fazemos pedidos e recomendações.

A Bíblia é o Testamento de Amor, a Carta de Amor que Deus Pai deixou para toda a humanidade. É nela que nós vamos encontrar os desejos e as intenções de Deus para conosco. É nela que podemos encontrar as recomendações e os tesouros que Deus tem para nos oferecer. Se nós não abrirmos a ela e não lermos esta "Carta de Amor", não ficaremos sabendo da amizade íntima que Deus quer ter conosco "desde o nascer ao pôr-do-sol".

Pedindo sempre a luz do Espírito Santo e vencendo toda e qualquer preguiça, busquemos ler com fé o Livro Sagrado. E a cada letra, a cada palavra, vamos perceber e ouvir a Voz de Deus que fala ao nosso coração. Nenhuma pessoa consegue sobreviver sem "arroz e feijão", ou seja, sem alimento. Da mesma forma que nenhum seguidor do Senhor consegue viver sem o Alimento da Palavra. Quanto mais intimidade tivermos com ela, tanto mais intimidade teremos com o próprio Senhor. E aí veremos as graças acontecerem como verdadeiros rios de Água Viva, porque a Bíblia é o grande, único e verdadeiro Testamento de Amor.
fonte - canção nova 

terça-feira, 31 de agosto de 2010

FELICIDADE
“Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. 
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. 
Se achar que precisa voltar, volte! 
Se perceber que precisa seguir, siga! 
Se estiver tudo errado, comece novamente. 
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a. 
Se perder um amor, não se perca! 
Se o achar segure-o!
Fernando Pessoa

“o ato de educar o filho é o prolongamento do ato de gerar” (Papa João Paulo II)

Quando a missa se torna uma obrigação…

Minha amiga Rosângela de Londrina, diariamente me presenteia com artigos maravilhosos. 
Hoje recebi dela , por e-mail esse artigo extraído do site :http://blog.cancaonova.
Obrigada Rô! Você é um ANJO!
Quando a missa se torna uma obrigação…
Sua voz parecia me pedir socorro…
Religião é uma forma de religar. Religa partes, une pontas e diminui distâncias. O sacramento está sempre unido a um símbolo justamente por isso, pois ele é uma forma de concretizar a natureza da religião. Ele é a parte humana que se estende em direção a Deus com o intuito de tocá-lo e experimentá-lo. O símbolo é uma forma de prazer e o sacramento também, pois nele o sacrifício está redimensionado, já tem cores de ressurreição.
A pergunta
O menino chegou e perguntou-me: “Padre, eu sou obrigado ir à missa?”. Olhei seus olhos e percebi uma honestidade na questão formulada. Junto da honestidade, havia uma ansiedade que lhe impedia o sorriso. No rosto, não havia alegria. Estava tomado de uma certeza de que a liturgia católica, para ele, estava longe de ser um acontecimento que lhe extraia gratuidade. Era uma obrigação a ser cumprida.
Sua voz parecia me pedir socorro, feito escravo com sua carta de alforria em mãos, a me pedir assinatura.
Naquele momento, fiquei sem palavras. Senti o coração apertado no peito e o desejo de nada responder. Reportei-me à Escritura Sagrada e senti-me como o próprio Abraão, diante do questionamento de Isaac: “Pai, onde está a vítima do sacrifício?” (Gn 22, 7). Pergunta que não tem resposta. Pergunta cheia de ansiedade, de silêncio, de motivos, honesta e plena de razões.
Olhei-o com muita firmeza e resolvi desafiá-lo: “É obrigado visitar alguém a quem se ama?”. Ele disse: “Não, não é não, padre”. Seguiu-se o silêncio. Calou-se ele, e eu também.
A pergunta que não cala
Algumas horas depois, retomei sua pergunta e fiquei pensando nela. Coloquei-me a pensar na religião que se apresenta ao coração humano como obrigação a se cumprir, feito mochila pesada que se leva nas costas.
Fico pensando no quanto a obrigação pode se opor ao prazer. E o quanto é contraditório fazer a religião ser o local da obrigação. Na expressão: “Deus é amor”  definição que João nos apresenta em sua carta, está a declaração da gratuidade de Deus.
Deus é o próprio ato de amar. Ele é o amor acontecendo, e a liturgia é a atualização dessa verdade na vida das pessoas. Ir à missa é tomar posse da parte que nos cabe.
Tudo o que ali se celebra e se realiza tem o único objetivo de nos lembrar que há um Deus que se importa conosco, que nos ama e quer nos ver mais de perto. O sacramento nos aproxima de Deus.
Tudo bem, essa é a Teologia, mas e a vida, corresponde à verdade teológica?
Nem sempre. Nosso rito, por vezes, cansa mais do que descansa. É lamentável que a declaração de amor de Deus por nós tenha se tornado uma obrigação.
Sou obrigado a ouvir alguém dizer que me ama?
Se muita gente pensa assim, é porque não temos conseguido “amorizar” a celebração. Racionalizamos o recado de Deus e o reduzimos a uma informação fria e calculada. Dizemos: “Deus nos ama!”, da mesma forma como informamos: “A cantina estará funcionando depois da missa!”.
A resposta que responde perguntando
Pudera eu ter uma solução! Ou quem sabe uma resposta que aliviasse os corações que se sentem obrigados a conhecer o amor de Deus, como o coração daquele menino. Talvez, o teu coração também já tenha experimentado essa angústia e essa ansiedade. Gostaria de saber restituir o sabor lúdico das celebrações católicas. Torná-las acontecimentos reveladores, palavras para não serem esquecidas e imagens que despertassem o coração humano para o desejo de descansar ali todas as questões existenciais que o perturbam. O problema não está no conteúdo do que celebramos, mas, sim, na forma. A natureza simbólica da vida é o lugar do encanto. Por isso, a celebração é cheia de símbolos. Mas o símbolo, se explicado, deixa de ser símbolo, perde a graça e deixa de comunicar. Talvez seja isso o que tem acontecido conosco. Na ansiedade de sermos eficientes, tornamos a celebração um local de comunicar recados. Falamos, falamos, de maneira ansiosa, cansada e repetitiva. Temos que falar algo, pois também o padre tem a sua obrigação!
E assim vamos celebrando, obrigando o coração e os sentidos a uma espécie de ritual que nos alivia a consciência, mas não nos alivia a existência.
A missa é muito mais do que uma obrigação: é um encontro. Encontro de partes que se amam e se complementam. É só abrir os olhos e perceber!
Creio que possa ser diferente.
Pe. Fábio de Melo

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Nosso planeta está agonizando...

Situação de Mato Grosso , mais precisamente em Tangará da Serra: um calor de 40 Graus, umidade do ar Menos de 15%.
Dá pra imaginar o que é isto???


Isso sem falar sobre a fumaça que está cobrindo tudo... Meu Deus...


Está bem difícil sentar na frente do computador e colocar a cabecinha pra funcionar e escrever um Artigo. 


Não tenho saúde pra tanto...

quarta-feira, 25 de agosto de 2010


POR AMOR, PAIXÃO E CONVICÇÃO...
Parabéns por  aceitar seguir esse discipulado!
Parabéns por aceitar seguir essa vocação!

Que Deus te abençoe!

CATEQUISTA
Com o coração e a mente em DEUS e os pés na realidade do irmão,
Anunciamos com alegria e entusiasmo o que o CRISTO nos ensinou, para
Transformar a sociedade, construindo a “civilização do AMOR”.
Ergamos nossa voz contra a injustiça. Sejamos profetas,
Quando necessário for
Uma vez, duas, três, todos os dias...
Insistir sempre, agredir nunca.
Sejamos pessoas de PAZ, LUZ e SAL, nossa vocação.  
Trabalhemos, com eficácia, no MINISTÉRIO DA PALAVRA.
Amor, a meta do nosso caminhar...


Dia do Catequista

29 de Agosto de 2010- Dia do Catequista""Deus é tão bom que sempre nos dá uma nova oportunidade de Aprender. . .”.


Na Carta aos Gálatas encontramos o resumo de como deve ser a vida do catequista:
Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Gl 2,20).
Oração do Catequista

"Concedei-me,

Senhor, o dom da sabedoria que provém do vosso Santo Espírito. Dai-me o entendimento de vossa verdade para que eu possa vivê-la e comunicá-la a tantas pessoas que desejam conhecê-la. Iluminai-me com a luz da verdadeira fé para que eu possa transmiti-la aos corações sedentos de autenticidade.

Jesus, Mestre Divino, que formastes os apóstolos segundo os princípios do vosso Evangelho, conduzi-me sempre pelos caminhos de vossa verdadeira ciência.
Ajudai-me, Senhor, a assumir o compromisso de minha missão de catequista e fazei que eu me torne capaz de orientar muitos outros no caminho da verdadeira felicidade.
Que eu me deixe envolver profundamente pelo amor do Pai e possa comunicar esse amor aos meus irmãos e irmãs. Amém!"

terça-feira, 24 de agosto de 2010

ORAÇÃO DO CATEQUISTA


PAI,
Creio em Ti, meu Deus e criador, única fonte da minha vida. Creio na Tua misericórdia em me perdoar e em me acolher sempre como filho(a).

JESUS CRISTO,
Creio em Ti, nascido da Virgem Maria, que me faz descobrir o amor de Deus Pai por mim e que, pelo Teu grande amor, morreste numa cruz para nos salvar. Creio em Ti, Jesus Eucarístico, que deixaste o Teu Corpo e o Teu Sangue para alimentar a minha vida.

ESPÍRITO SANTO,
Creio que procedes do Pai e do Filho, que estás em mim, que ages em mim com os Teus dons. Ó Pai, Te peço pela força do Teu Santo Espírito que eu seja catequista, construtor do Teu Reino e, com um coração simples possa contemplar a anunciar o Mistério da Encarnação e louvar sempre a Trindade Santa.

Glória ao Pai, e ao Filho, e ao Espírito Santo, desde agora e para sempre, ao Deus que é, que era e que vem pelos séculos. Amém



Para sermos discípulos missionários de Jesus, devemos ter os mesmos sentimentos e opções de Jesus. Agir com a mesma postura de Jesus.  Viver segundo o Espírito de Jesus. Deixar-se guiar e iluminar pela própria pessoa de Jesus.
Devemos ter nossa Espiritualidade como um estilo de vida. Viver essa espiritualidade em todos os momentos, onde estivermos.
Falar de Deus na Igreja, na Catequese é fácil.
Difícil é falar de Deus lá no trabalho, na rua, em repartições públicas, hospitais...
Difícil é falar que Jesus é o nosso alimento espiritual, Pão Vivo Descido do Céu, para quem passa fome...
Difícil é falar que em Deus está a nossa Salvação, para aquele que acaba de perder um filho...
Mas quem disse que seria fácil? No tempo de Jesus também não foi fácil.
Mas sejamos como os Apóstolos, corajosos, destemidos, sob a força e luz do Espírito Santo.
E isso exige de cada um de nós uma conversão permanente. Só assim seguiremos verdadeiramente a Jesus.

Silvanety M. David                                                        



O discípulo não anuncia a própria palavra, mas a palavra de Deus. Ele é servidor da palavra de Deus, por isso ele é chamado.


A missão da Igreja é evangelizar!
Nós somos continuadores da Missão de Cristo, seguindo seus passos e adotando suas atitudes.
"Rezar diante de Deus é um caminho, uma escada: é um processo de purificação dos nossos pensamentos, dos nossos desejos. Podemos pedir tudo a Deus. Tudo o que é bom. A bondade e a potência de Deus não têm um limite entre coisas grandes e pequenas, materiais e espirituais, terrenas e celestiais."

sábado, 21 de agosto de 2010

VOCAÇÃO LAICAL- LEIGOS E LEIGAS






O quarto domingo de agosto é o DIA DOS MINISTÉRIOS LEIGOS. Os leigos e leigas são, por vocação e missão, os grandes educadores da fé e da esperança cristã na comunidade. Elevemos a Deus uma prece pelos leigos  e leigas para que continuem a ecoar a Boa Nova de Jesus com ardor missionário.
Através do Batismo somos inseridos na Igreja e fazemos parte do povo de Deus. Cada um de nós é chamado por Deus para participar da sua vida e do seu Reino, a ser “sal da terra e luz do mundo” em nossa sociedade, família, na política, escola, trabalho, comunidade...
Deus quis que em todas as vocações se manifestasse o seu amor ao mundo. Em cada vocação, Ele dá ao homem um lugar especial no ministério de Cristo, um papel a cumprir na salvação da humanidade.
A vocação e missão que recebemos de Deus nos situa no coração da Igreja e nos põe inteiramente a seu serviço. Nós somos Igreja. Somos uma família bem diversificada, formada por homens e mulheres, jovens e adultos, por solteiros e casados, cuja cabeça é o próprio Cristo e nós somos os membros da qual a Ele devemos permanecer unidos se desejamos produzir muitos frutos. O Senhor espera que desenvolvendo os dons que recebemos, demos a resposta que o Pai espera de nós, que ajudemos a todos a encontrarem Jesus, caminho, verdade e vida.
O mundo necessita de uma nova geração de homens e mulheres que se entreguem com docilidade ao Espírito Santo, à gloriosa missão de anunciar a todas as pessoas o Evangelho da salvação, tornar conhecida a Igreja com seu tesouro espiritual, a testemunhar a fé no Cristo ressuscitado no meio de tanto egoísmo e violência, tanta dor e sofrimento.