"Ser Catequista é entregar-se totalmente a Deus como instrumento de serviço na evangelização."

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Este ano foi um ano de muitas surpresas. Algumas boas outras nem tanto e algumas bem desagradáveis mesmo.
Sou um tipo de pessoa que jamais consegue guardar raiva de alguém. Minha raiva dura no máximo um dia. Mas o que me parece é que a mágoa fica escondidinha, bem lá no fundo, e quando menos esperamos, lá está ela a nos atormentar. Nos gosto, nunca gostei pessoas tristes e nem de ficar triste. Sempre fui identificada pelas pessoas pelo meu jeito alegre de ser. Muito alto astral, alegre, brincalhona, dinâmica, divertida, muleca mesmo. 
Mas ultimamente tenho sido diferente. 
Na verdade, o clima de Natal me deixa um tanto quanto deprimida. Não me perguntem o porque, pois certamente não saberei responder. Desde menina sempre me sinto triste no Natal.
Este ano vou passar longe de minha família. Eu não vou e eles não vem. Em geral, estão muito ocupados para ter um tempo pra nos visitar e isso tem me magoado bastante.
Por outro lado, tenho meus filhos, numa ansiedade enorme pra chegada do Natal! E é por eles que vou tentar ser menos amarga, menos tudo.
Vou tentar ser mais, sempre mais. O mais que sempre fui: alegre, divertida,dinâmica, brincalhona, como sempre fui...Vou tentar abrir meu coração...




Vê se tira de uma vez toda mágoa do seu coração 
Tá na hora de soltar a criança que existe em você 
Pega o barco da alegria sem medo e navega 
Deixa o teu amor fluir natural 
Porque vale a pena, porque a vida é linda 
Porque é natal 

Você pode se quiser, dividir pra somar com alguém 
Um sorriso, uma palavra de amor não machuca ninguém 
Hoje pode ser um tempo melhor do que ontem 
Basta cada um fazer seu papel e não tem desculpas 
Todo mundo pode ser papai noel 

Vem me dar de presente o teu perdão 
Um abrigo, um abraço, atenção 
Um brinquedo, uma luz, abre o coração 
Um amigo de fé traz o céu pro chão 

Vem se dar sem pensar em receber 
Teu carinho no escuro é um clarão 
Tem alguém precisando de você 
Um feliz natal, vamos dar as mãos 

ABRE O CORAÇÃO - PENINHA



VERDADEIRO SENTIDO DO NATAL

José Luís Nunes

Todos os anos a cena se repete: ruas iluminadas, lojas decoradas, portas enfeitadas, confraternizações e trocas de presentes. Está encantador passar a noite pelo centro da cidade, pelos shoppings e ver a quantidade de luzes e enfeites anunciando o Natal.

Por um momento, o mundo volta sua atenção para um pequeno cenário onde se destacam três personagens: um homem, uma mulher e uma criança deitada em uma manjedoura. No presépio está o símbolo natalino que mais encanta, porque retrata o verdadeiro sentido do natal: o nascimento de Jesus.

Neste momento, parece que o sentido da vida torna-se simples, fácil de compreender. Quando Maria recebeu a notícia de que seria a mãe do Salvador ela se assustou, mas também acreditou e acolheu gerar o menino em seu ventre. José também hesitou com a notícia da gravidez de Maria, mas não temeu em acolhê-la ao seu lado e também ao neném. Imagino que é assim que Cristo espera ser recebido ao nascer neste Natal: sendo acolhido com o coração e os braços abertos.

Todo nascimento gera alegria, em se tratando do nascimento do Salvador da humanidade a alegria é ainda maior. Jesus é rei, mas nasceu da maneira mais simples: num estábulo, ao lado de bois e vacas, porque seus pais não encontraram hospedaria.

Hoje, talvez precisemos nos refugiar em lojas cheias e ruas congestionadas, em busca de um sentido para estarmos juntos em uma noite do ano, para celebrarmos o aniversário de um homem chamado Jesus. Muitos o buscam entre a multidão perdida, que corre de um lado para o outro em busca de presentes e lembrancinhas.

Nos dias de hoje, o Natal tem diversos significados: para os capitalistas é tempo de lucros, para os consumistas é tempo de gastar e consumir, para os pessimistas é só mais um ano que vai acabar; para as crianças é esperança de muitos presentes, mas, para que tem fé, quem crê no amor de Deus, o Natal é um misto de festa, reflexão e esperança.

O sentido do Natal reside em cada um de nós. Ele representa a nossa visão de mundo e ainda nossa percepção sobre o que somos e o nosso compromisso em transformarmos a realidade. No Natal, temos a possibilidade de nos darmos a chance de sermos melhores e resgatarmos nossa essência: "a prática do bem, sem olharmos a quem".

Poderíamos fazer do Natal uma constante prática em nossa vida. Renascendo sempre para algo melhor, nos surpreendendo a cada dia com a nossa infinita capacidade de aprimorarmos todas as nossas habilidades, sejam intelectuais, emocionais, sociais e espirituais. Jesus pode nos inspirar todos os dias do ano, porém precisamos fazer do nosso coração uma manjedoura, sempre aberta para acolhermos a sua mensagem de amor ao próximo e discernimento sobre nosso papel no mundo dos homens.

É época de renovarmos a nossa fé com a esperança de que o nascimento de Jesus seja concreto em nossa realidade e, com isto, renasça no mundo a bondade, a fraternidade e a paz!

E para que possamos aproveitar essa época festiva devemos refletir, buscar mudanças positivas em nosso cotidiano, oferecendo nossa vida, nosso coração e nossas boas ações ao Senhor Jesus, dando verdadeiro sentido ao Natal.

Natal é tempo de paz, de luz em nosso caminho e esperança de salvação, por meio daquele que veio para nos deixar uma mensagem de fé, alegria e amor.

Que todos possamos festejar o Natal com este espírito, mesmo diante das dificuldades, das mazelas e das agruras do dia-a-dia. Pois, relembrar que Deus enviou para nós o Salvador é motivo de festa e de renovar as esperanças.

Natal é tempo de recordar o Menino Jesus da Manjedoura, é uma data especial, carregada de uma mensagem de esperança e paz. Natal é tempo de família reunida, de partilha e convivência, de oração e recolhimento, de revisão de vida, de reencontrar pessoas distantes, de lembrar os belos momentos, de acolher os pedidos de perdão e de recomeçar.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Oração à Santa Luzia

Ó, Santa Luzia, que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé e conspurcar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos, eu recorro a vós para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos.
Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, a fé, pela qual posso conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá onde vós, Santa Luzia, vos encontrais, em companhia dos anjos e santuário.
Santa Luzia, protegei meus olhos e conservai minha fé. Amém.

Conheça a história da santa protetora dos olhos




Santa Luzia (ou Santa Lúcia), cujo nome deriva do latim, é muito amada e invocada como a protetora dos olhos, janela da alma, canal de luz. 

Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe queria vê-la casada com um jovem de distinta família, porém pagão. Ao pedir um tempo para o discernimento foi para uma romaria ao túmulo da mártir Santa Ágeda, de onde voltou com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimento por que passaria, como Santa Ágeda. 

Vendeu tudo, deu aos pobres e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Santa Luzia, não querendo oferecer sacrifício ao deuses e nem quebrar o seu santo voto, teve que enfrentar as autoridades perseguidoras e até a decapitação em 303, para assim testemunhar com a vida, ou morte o que disse: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a ele prometi amor e fidelidade".

Somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Ilha da Sicília. A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV. 

Mas a devoção à santa, cujo próprio nome está ligado à visão ("Luzia" deriva de "luz"), já era exaltada desde o século V. Além disso, o papa Gregório Magno, passado mais um século, a incluiu com todo respeito para ser citada no cânone da missa. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das santas auxiliadoras da população, que a invocam, principalmente, nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira. 

Diz a antiga tradição oral que essa proteção, pedida a santa Luzia, se deve ao fato de que ela teria arrancado os próprios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a fé em Cristo. A arte perpetuou seu ato extremo de fidelidade cristã através da pintura e da literatura. Foi enaltecida pelo magnífico escritor Dante Alighieri, na obra "A Divina Comédia", que atribuiu a santa Luzia a função da graça iluminadora. Assim, essa tradição se espalhou através dos séculos, ganhando o mundo inteiro, permanecendo até hoje. 

Luzia pertencia a uma rica família de Siracusa. Sua mãe, Eutíquia, ao ficar viúva, prometeu dar a filha como esposa a um jovem da Corte local. Mas a moça havia feito voto de virgindade eterna e pediu que o matrimônio fosse adiado. Isso aconteceu porque uma terrível doença acometeu sua mãe. Luzia, então, conseguiu convencer Eutíquia a segui-la em peregrinação até o túmulo de santa Águeda ou Ágata. A mulher voltou curada da viagem e permitiu que a filha mantivesse sua castidade. Além disso, também consentiu que dividisse seu dote milionário com os pobres, como era seu desejo. 

Entretanto quem não se conformou foi o ex-noivo. Cancelado o casamento, foi denunciar Luzia como cristã ao governador romano. Era o período da perseguição religiosa imposta pelo cruel imperador Diocleciano; assim, a jovem foi levada a julgamento. Como dava extrema importância à virgindade, o governante mandou que a carregassem à força a um prostíbulo, para servir à prostituição. Conta a tradição que, embora Luzia não movesse um dedo, nem dez homens juntos conseguiram levantá-la do chão. Foi, então, condenada a morrer ali mesmo. Os carrascos jogaram sobre seu corpo resina e azeite ferventes, mas ela continuava viva. Somente um golpe de espada em sua garganta conseguiu tirar-lhe a vida. Era o ano 304. 

Para proteger as relíquias de santa Luzia dos invasores árabes muçulmanos, em 1039, um general bizantino as enviou para Constantinopla, atual território da Turquia. Elas voltaram ao Ocidente por obra de um rico veneziano, seu devoto, que pagou aos soldados da cruzada de 1204 para trazerem sua urna funerária. Santa Luzia é celebrada no dia 13 de dezembro e seu corpo está guardado na Catedral de Veneza, embora algumas pequenas relíquias tenham seguido para a igreja de Siracusa, que a venera no mês de maio também.




Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=247451
                ORAÇÃO

Senhor, tenho tantos medos, sinto-me tão frágil...

E, mesmo assim, Tu queres que eu anuncie a todos a tua bondade.
Queres enviar-me aos meus amigos e vizinhos a anunciar com a vida que Tu e a tua ternura estão a chegar.
Sinto-me hesitante... mas ganho coragem recordando tudo o que fizeste por mim

Feijões ou Problemas

A Samya de Fortaleza, diariamente me presenteia com textos maravilhosos! São mediações para o nosso dia-a-dia. Hoje recebi essa dos Feijões e amei. Compartilho também com vocês




Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor
Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas 
um poderia sucedê-lo. Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio, para colocar a 
sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns grãos de feijão que deveriam colocar 
dentro dos sapatos, para então empreender a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcados, começa a prova. 
Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar. 
No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando 
imensa dor. 
Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.

Prova encerrada, todos de volta ao pé da montanha, para ouvir do monge o óbvio anúncio

Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta como é que ele havia conseguido subir e 
descer com os feijões nos sapatos:
- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei - foi a resposta.
Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida. 
Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina....
APRENDA A COZINHAR SEUS FEIJÕES!!!!

sábado, 11 de dezembro de 2010

ORAÇÃO

Senhor, ensina-me a dizer "Sim"
aos teus convites.
A não ter medo da tua palavra.
A correr o risco de Te dar
a minha vida.
                

Contribuição da Rosangela lá de Londrina. Obrigada Rô!

PRECE A JESUS DE NAZARÉ

Menino Jesus faz nascer novamente no coração de cada um de nós:
A INOCÊNCIA 
Para sabermos ser transparentes,
O CARINHO
Para cativarmos novos amigos,
A CONFIANÇA MÚTUA
Para consolidarmos os pactos em construção,
A GRATIDÃO
Para valorizarmos a vida em plenitude,
O PERDÃO
Para reconciliarmos-nos no amor,
A COMPREENSÃO
Para sabermos perdoar 70 X 7 vezes,
A SIMPATIA
Para atrairmos só energias positivas,
O ENCANTAMENTO
Para apaixonarmos-nos pela busca de felicidade,
A SABEDORIA
Para respeitarmos os pontos de vista do outro,
            A VERDADE
Para encontrarmos os caminhos corretos,
A SOLIDARIEDADE
Para aprendermos juntos a construir caminhos,
A FÉ
Para acreditarmos também no outro,
A ESPERANÇA
Para preservarmos na direção do transcendente,
A PAZ
Para ajudarmos a construir sempre,
A CORAGEM
Para sabermos retomar nossos sonhos,
A DETERMINAÇÃO
Para promovermos a justiça,
A VONTADE DE AMAR
Para sermos juntos felizes!

Que o menino Jesus se sinta acolhido em nosso coração.

AMÉM!!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

   ORAÇÃO
 

Obrigado, Jesus
por nos convidares à alegria.
Onde Tu estás, a tua alegria
supera as nossas lágrimas.
E acontece festa.
Autentica. Profunda.
Daquela que não se deixa abater por nenhum sofrimento
.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010


"O Coração que tem Cristo é sempre Missionário.
E o coração sem Cristo é sempre campo de MISSÃO"


sábado, 4 de dezembro de 2010


“... a missão evangelizadora da Igreja é essencialmente o anúncio do amor, da misericórdia e do perdão de Deus...”


“... o número daqueles que ignoram Cristo e não fazem parte da Igreja está em contínuo aumento; mais ainda: quase duplicou, desde o final do Concílio. A favor desta imensa humanidade, amada pelo Pai a ponto de lhe enviar o seu Filho, é evidente a urgência da missão...”



Quem não sabe perder, perde sempre




Nem sempre as coisas são como queremos e idealizamos, e é bom que isso seja assim, pois nem sempre o que queremos é o melhor para nós. Toda existência humana é marcada pela “condição de contradição”, ou seja, pela fraqueza, pecado e, conseqüentemente, pela queda.

Perder faz parte da vida e aceitar a própria condição limitada é sinal de sabedoria. É horrível conviver com alguém que crê ser absoluto e acredita que todos têm o dever de satisfazer suas vontades.

Há muitos pais que estragam seus filhos, porque não lhes ensinam que o “não” também faz crescer, e que a queda pode também ensinar. Há filhos que não aprendem, em casa, que na vida nós também perdemos. Precisamos aprender a lidar com nossos fracassos. Muitos não suportam os fracassos próprios da vida, porque foram educados somente para ganhar.

Para superarmos as quedas impostas pela vida precisamos ter a humildade de saber perder.

As pessoas não são obrigadas a ser e a fazer o que queremos; elas não são obrigadas a corresponder às nossas expectativas.

A maturidade se expressa quando o coração consegue deixar livre um outro coração que não quis pertencer a ele nem corresponder a seus desejos.

O fato de sermos contrariados é uma experiência que nos faz mais fortes, pois, compreendemos que nossa maneira de pensar não é a única nem a melhor, e que não estamos sempre certos. Precisamos saber perder e sair de cena quando erramos, quando não estamos com a razão.

Perfeição cristã não significa ausência de erro, mas capacidade de perdoar e recomeçar sempre. Não temos a obrigação de acertar sempre, mas temos sim o dever de aprender com nossos erros. Quem não sabe perder perde sempre, pois acaba sendo humilhado pelo fato de não aceitar a própria fraqueza; querendo, assim, ser o que não é e fazer o que ainda não é capaz.

Quem não sabe perder busca sempre levar vantagem sobre tudo e todos, tornando-se alguém insuportável e arrogante.

A humildade é escola da virtude, e grandeza é aceitar com ternura aquilo que se é.

A vida não diz sempre "sim", e a alma se torna grande quando é capaz de sorrir também diante do “não”. Aceitar que nem todos nos amam, que não somos bons nem os melhores em tudo, são expressões de um coração que compreendeu verdadeiramente o que significa “viver bem”. A derrota é sempre uma possibilidade de recomeço e crescimento para quem sabe bem aproveitá-la. Que esta não seja para nós motivo de paralisia, mas um trampolim a nos lançar nos braços da vitória.

Adriano Zandoná


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Uma homenagem merecida...

Na ocasião da guerra contra os traficantes no Rio de Janeiro, eu estava conversando com uma amiga pelo msn , quando meu filho veio me mostrar um desenho que havia feito. Eu percebi que era alguma coisa relacionada com o Rio de Janeiro, mas confesso que não prestei atenção, pois a conversa estava pra lá de animada, e depois acabei me esquecendo de pedir o desenho para olhar.
Acredito que ele deve ter ficado bastante decepcionado comigo, pois ele gosta muito de desenhar e gosta mais ainda quando eu olho e o elogio.
Enfim, hoje pela manhã encontrei o desenho e fiquei surpresa com a mensagem que ele transmitiu com o desenho. Retratou bem o que estava de fato acontecendo no Rio.
Então, como forma de me redimir (se é que é possível) , estou publicando o desenho dele, pois sei que isso o fará muito feliz.


São nas pequenas coisas que tiramos lições para toda uma vida.
Tem uma frase que sempre gostei muito: "MENOS TELEVISÃO. MAIS ORAÇÃO"

Hoje a minha frase é: MENOS COMPUTADOR . MAIS OS FILHOS.
Mas não pensem que sou do tipo mãe desnaturada. Muito pelo contrário. Sou uma mãe bastante presente na vida dos meus filhos. Não trabalho fora e isso facilita e muito a minha companhia junto deles.

Filho, parabéns pelo desenho! Ficou ótimo!



quarta-feira, 1 de dezembro de 2010


SENHOR MEU Deus, em Vós me refugio...

"Oração é um impulso do coração, um simples olhar dirigido para o céu, um grito de agradecimento e de amor, 
tanto do meio do sofrimento como do meio da alegria. 
Em uma palavra, é algo grande, algo sobrenatural que me dilata a alma e me une a Deus."

O despertar para Cristo

“Vós sabeis em que tempo estamos, pois já é hora de despertar. Com efeito, agora a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé. A noite já vai adiantada, o dia vem chegando; despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz. Procedamos honestamente, como em pleno dia; nada de glutonerias e bebedeiras, nem de orgias sexuais e imoralidades, nem de brigas e rivalidades. Pelo contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13, 11-14a).


“Quem não tem inquietações, aguarda com serenidade a vinda do Senhor. Pois que amor a Cristo é esse que teme sua chegada? Irmãos, não nos envergonhemos? Amamos e temos medo de sua vinda. Odiemos, portanto, estes mesmos pecados e amemos aquele que virá castigar os pecados. Ele virá, quer queiramos, quer não. Se ainda não veio, não quer dizer que não virá. Virá em hora que não sabes; se te encontrar preparado, não haverá importância não saberes” (Santo Agostinho Apud Alimento Sólido, pág. 61).

Este relato de Jesus no Evangelho de São Mateus nos faz refletir sobre nossas atitudes diárias. Será que estamos nos preparando de fato, para esta vinda Gloriosa de Cristo?

A vinda do Filho do Homem será como no tempo de Noé. Pois nos dias, antes do dilúvio, todos comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. E eles nada perceberam, até que veio o dilúvio e arrastou a todos. Assim acontecerá também na vinda do Filho do Homem” (vv. 24, 37-39).


A melhor coisa que você pode dar ao inimigo é o seu perdão. Ao adversário, sua tolerância. Ao amigo, sua atenção. Ao filho, bons exemplos. Ao pai, sua consideração. À mãe, comportamento que a faça sentir orgulhosa. A todos os homens, caridade. A você próprio, respeito. (Benjamim Franklin)
                                                                                                            

Como são admiráveis as pessoas que nós NÃO conhecemos bem.

domingo, 28 de novembro de 2010





Acendemos Senhor, esta luz, 
como aquele que acende a sua lanterna para sair, de noite, 
ao encontro do amigo que já vem. 
Nesta primeira semana do Advento queremos levantar-nos 
para vos esperar preparados, para vos receber com alegria. 
Muitas sombras nos envolvem. 
Muitas lisonjas nos adormecem. 
Queremos estar despertos e vigilantes, 
porque Vós nos trazeis a luz mais clara, a paz mais profunda, 
e a alegria mais verdadeira. 
Vinde, Senhor Jesus! Vinde, Senhor Jesus! 
Jesus, vinde ao nosso encontro. 
Nós queremos preparar a vossa vinda. 
Nós queremos receber-vos. Nós esperamos que nos deis 
A vossa luz, a vossa paz, o vosso amor. Amém.