"Ser Catequista é entregar-se totalmente a Deus como instrumento de serviço na evangelização."

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

OUTUBRO: Mês Missionário


Iniciando o Mês de Outubro, o Mês Missionário, publico a seguir as diversas formas  de MISSÃO.
Desde o Espírito Santo, a nós pais, temos uma missão a seguir.


 A missão conjunta do Filho e do Espírito

Aquele que o Pai enviou a nossos corações, o Espírito de seu Filho, é realmente Deus. Consubstancial ao Pai e ao Filho, ele é inseparável dos dois, tanto na Vida íntima da Trindade como em seu dom de amor pelo mundo. Mas ao adorar a Santíssima Trindade, vivificante, consubstancial e indivisível, a fé da Igreja professa também a distinção das Pessoas.
Quando o Pai envia seu Verbo, envia sempre seu Sopro: missão conjunta em que o Filho e o Espírito Santo são distintos, mas inseparáveis. Sem dúvida, é Cristo que aparece, ele, a Imagem visível do Deus invisível; mas é o Espírito Santo que a revela.


Missão da Igreja

Finalmente chega a Hora de Jesus: Jesus entrega seu espírito nas mãos do Pai no momento em que, por sua Morte, é vencedor da morte, de maneira que, "ressuscitado dos mortos pela Glória do Pai" (Rm 6,4), dá imediatamente o Espírito Santo, "soprando" sobre seus discípulos. A partir dessa Hora, a missão de Cristo e do Espírito passa a ser a missão da Igreja: "Como o Pai me enviou, também eu vos envio" (Jo 20,21).

Missão da Virgem Maria

Ao longo de toda a Antiga Aliança, a missão de Maria foi preparada pela missão de santas mulheres. No princípio está Eva: a despeito de sua desobediência, ela recebe a promessa de uma descendência que será vitoriosa sobre o Maligno e a de ser a mãe de todos os viventes. Em virtude dessa promessa, Sara concebe um filho, apesar de sua idade avançada.
Contra toda expectativa humana, Deus escolheu o quê era tido como impotente e fraco para mostrar sua fidelidade  à sua promessa: Ana, a mãe de Samuel, Débora, Rute, Judite e Ester, e muitas outras mulheres. Maria "sobressai entre (esses) humildes e pobres do Senhor, que dele esperam e recebem com confiança a Salvação. Com ela, Filha de Sião por excelência, depois de uma demorada espera da promessa, completam- se os tempos e se instaura a nova economia.      

Missão de Cristo

Jesus quer dizer, em hebraico, “Deus salva”. No momento da Anunciação, o anjo Gabriel dá-lhe como nome próprio o nome de Jesus, que exprime ao mesmo tempo sua identidade e missão. Uma vez que “só Deus pode perdoar os pecados” (Mc 2,7), é Ele que, em Jesus, seu Filho eterno feito homem, “salvará seu povo dos pecados” (Mt 1,21). Em Jesus, portanto, Deus recapitula toda a sua história de salvação em favor dos homens.

Missão de Pedro

No colégio dos Doze, Simão Pedra ocupa o primeiro lugar. Jesus confiou-lhe uma missão única. Graças a uma revelação vinda do Pai. Pedro havia confessado: "Tu és o Cristo o Filho do Deus vivo" (Mt 16,16). Nosso Senhor lhe declara na ocasião: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja, e as Portas do Inferno nunca prevalecerão contra ela" (Mt 16,18). Cristo, "Pedra viva", garante a sua Igreja construída sobre Pedro a vitória sobre as potências de morte.
 Pedro, em razão da fé por ele confessada, permanecerá como a rocha inabalável da Igreja. Terá por missão defender esta fé de todo desfalecimento e confirmar nela seus irmãos.

A Missão do Magistério

A missão do Magistério está ligada ao caráter definitivo da Aliança instaurada por Deus em Cristo com seu Povo; deve protegê-lo dos desvios e dos afrouxamentos e garantir- lhe a possibilidade objetiva de professar sem erro a fé autêntica. O ofício pastoral do Magistério está, assim, ordenado ao cuidado para que o Povo de Deus permaneça na verdade que liberta. Para executar este serviço, Cristo dotou os pastores do carisma de infalibilidade em matéria de fé e de costumes. O exercício deste carisma pode assumir várias modalidades.

Missão dos Bispos

O Concílio de Trento ensina que os dez mandamentos obrigam os cristãos e que o homem justificado ainda está obrigado a observá-los. E o Concílio Vaticano II afirma a mesma doutrina: "Como sucessores dos Apóstolos, os Bispos recebem do Senhor
(...) a missão de ensinar a todos os povos e pregar o Evangelho a toda criatura, a fim de que os homens todos, pela fé, pelo Batismo e pela observância dos mandamentos, alcancem a salvação.

Missão dos cônjuges

Chamados a dar vida, os esposos participam do poder criador e da paternidade de Deus. "Os cônjuges sabem que, no ofício de transmitir a vida e de serem educadores - o qual deve ser considerado como missão própria deles -, são cooperadores do amor  de Deus criador e como que seus intérpretes. Por isso desempenharão seu múnus com responsabilidade cristã e humana.”

Missão dos consagrados

Entregue a Deus supremamente amado, aquele que pelo Batismo já estava consagrado a ele é assim consagrado mais intimamente ao serviço divino e dedicado ao bem da Igreja.
Pelo estado de consagração a Deus, a Igreja manifesta Cristo e mostra como o Espírito Santo age nela de maneira admirável. Os que professam os conselhos evangélicos têm, pois, por missão primeiramente viver sua consagração. Mas "enquanto dedicados, em virtude da própria consagração, ao serviço da Igreja têm obrigação de se entregar, de maneira especial, à ação missionária no modo próprio de seu instituto”


Missão dos diáconos

Os diáconos participam de modo especial na missão e na graça de Cristo. São marcados pelo sacramento da 'Ordem com um sinal ("caráter") que ninguém poderá apagar e que os configura a Cristo, que se fez "diácono", isto é, servidor de todos.  Cabe aos diáconos, entre outros serviços, assistir o Bispo e os padres na celebração dos divinos mistérios, sobretudo a Eucaristia, distribuir a Comunhão, assistir ao Matrimônio e abençoá-lo, proclamar o Evangelho e pregar, presidir os funerais e consagrar-se aos diversos serviços da caridade.
                           

Missão dos leigos

"Sob o nome de leigos entendem-se aqui todos os cristãos, exceto os membros das Sagradas Ordens ou do estado religioso reconhecido na Igreja, isto é, os fiéis que, incorporados a Cristo pelo Batismo, constituídos em Povo de Deus e a seu modo feitos participantes da função sacerdotal, profética e régia de Cristo, exercem, em seu âmbito, a missão de todo o Povo cristão na Igreja e no mundo."'


Missão dos pais

A educação para a fé por parte dos pais deve começar desde a mais tenra infância. Ocorre já quando os membros da família se ajudam a crescer na fé pelo testemunho de uma vida cristã de acordo com o Evangelho. A catequese familiar precede, acompanha e enriquece as outras formas de ensinamento da fé. Os pais têm a missão de ensinar os filhos a orar e a descobrir sua vocação de filhos de Deus. A paróquia é a comunidade eucarística e o centro da vida litúrgica das famílias cristãs; ela é um lugar privilegiado da catequese dos filhos e dos pais.

 Fonte: Catecismo da Igreja Católica



terça-feira, 28 de setembro de 2010

Acessem:

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Mais um Blog em favor da Evangelização...

Quem tem uma família, tem um tesouro!

                    
"A família é a comunidade na qual, desde a infância, se podem assimilar os valores morais, em que se pode começar a honrar a Deus e a usar corretamente da liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade" (CIC, 2207).
Depois de criar o homem e a mulher, Deus lhes disse: "Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a. Dominai..." (Gn 1,28)

Nestas palavras de Deus: "crescei e multiplicai-vos" encerra-se todo o sentido da vida conjugal e familiar. Desta forma, Deus constituiu família humana, a partir do casal, para durar para sempre, por isso, A FAMÍLIA É SAGRADA!

Vemos aí também a dignidade, baseada no amor mútuo, que leva o homem e a mulher a deixarem a própria casa paterna, para se dedicarem um ao outro totalmente. Este amor é tão profundo que dos dois faz-se um só, "uma só carne", para que possam juntos realizar um grande projeto comum: A FAMÍLIA. Daí podemos ver que sem o matrimônio forte e santo, não é possível termos uma família forte e santa, segundo o desejo do coração e Deus.

Tudo isto nos mostra como Deus está implicado nesta união absoluta do homem com a mulher, de onde vai surgir, então a família. Por isso não há poder humano que possa eliminar a presença de Deus no matrimônio e na família. Deus vive no lar nascido de um matrimônio.

Isto nos faz entender que a celebração do Sacramento do Matrimônio é garantia da presença de Jesus no lar ali nascente. Como é doloroso perceber hoje que muitos jovens, nascidos em famílias católicas, já não valorizam mais este sacramento e acham, por ignorância religiosa, que já não é importante subir ao altar para começar uma família!

Toda esta reflexão nos leva a concluir que cada homem e cada mulher que deixam o pai e a mãe para se unirem em matrimônio e constituir uma nova família não o podem fazer levianamente, mas devem fazê-lo somente por um autêntico amor, que não é uma entrega passageira, mas uma doação definitiva, absoluta, total até a morte.

Marcada elo sinete divino, a família, em todos os povos, atravessou todos os tempos e chegou inteira até nós, no século XXI. Só uma instituição de Deus tem esta força. Ninguém jamais destruirá a força da família por ser ela uma instituição divina.

Trecho do artigo publicado na Revista Canção Nova
Autor Prof. Felipe de Aquino (colaboração do ECC)





O Amor...

Deus criou o ser humano a Sua Imagem e Semelhança, para que livremente, nós também amemos como Ele ama, e possamos participar da Sua Glória. A realização do ser humano se dá através da nossa correspondência ao Projeto de Deus, que se apresenta a nós na Ordem estabelecida por Ele mesmo na Criação. Desta forma, o Homem e a Mulher tornam-se colaboradores de Deus, e imitando o Seu Amor no matrimônio, de uma maneira livre, total, fiel e fecunda, são ícone do mais Glorioso matrimônio, que se dará entre Nosso Senhor e a Sua Santa Igreja no Céu. O saudoso Papa João Paulo II, ao desenvolver a sua brilhante “Teologia do Corpo”, nos mostra a imensa dignidade da nossa carne, criada, assumida e remida por Deus, chamada a Ressuscitar no Juízo Final, a exemplo de Nosso Senhor e Nossa Santíssima Mãe. A abordagem do Homem e da Mulher a partir da Criação de Deus revela a nossa altíssima dignidade, em contraposição as distorções que a sociedade tem nos apresentado nos nossos tempos.
Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Você que está passando por alguma dificuldade, que atravessa essa noite tão escura em sua vida, Confie em Deus, Ela vai ajudar você.
Deus é contigo, sempre...


terça-feira, 21 de setembro de 2010

21 De Setembro - Dia da Árvore

Hoje é comemorado o Dia da Árvore.
Quantas árvores bonitas, grandes, troncos enormes!
Quantos nomes diferentes!

Quantas espécies diferentes!
Algumas são tão altas, que nem mesmo a sua sombra podemos aproveitar. Parecem olhar as menores com um olhar de superioridade.
As menores! Ah! Nelas podemos tocar em suas folhas, sentir seu perfume e nos deliciar com seus frutos e sombras! Com seu cheiro e seu abraço!

Quantas árvores plantamos em nossa vida? 
Será que todas dão frutos? Bons frutos?

Como anda a nossa Árvore chamada Familia?
Dessa árvore depende o futuro de muita gente.
Devemos regar com o nosso amor, para que tenha raízes fortes e possa dar bons frutos.

E a nossa Árvore chamada Amigos?
Muitas folhas se vão com o vento impetuoso da inveja, com a falta de cuidados, de atenção, da desconfiança, a falta de solidariedade, compreensão, companheirismo.
Mas o bonito, é ver novas folhas  sempre surgindo!
E com essas novas folhas, a árvore fica cada vez mais bela! 
As flores são mais coloridas e os frutos, cada vez mais saborosos!
Mas como toda boa árvore que dá bons frutos, começa também as dores! As dores de cada ataque recebido para derrubar um de seus frutos.
Não bastasse derrubar, muita vezes é necessário pisar, esmagar...
Mas quando a raíz é profunda, forte, sempre haverá um recomeço!
Essa Árvore, se não a regamos, ela logo cedo, morrerá de sede! 
Sede de Amor e Carinho!

Existe também a Árvore chamada Comunidade.
Muitos galhos, muitas folhas, muitos frutos.
Mesmo que muitos desses frutos logo apodrecem e ficam impróprios para o consumo.
Mas também, tem aqueles frutos que é prazeroso saboreá-los! 
As pedradas? Inevitáveis.

Assim, também é nossa vida!
Mas o Amor de Deus é como Água em terra seca!
Nos revigora! Nos dá forças!
Na próxima Primavera daremos flores como nunca demos antes!
No Outono os frutos serão preciosos!

Portanto meu amiga, minha amiga, cuide bem de sua Árvore!
Jamais permita que ela morra de sede!

Silvanety Martins